destinos

Esta é a aventura de um homem que tem azar ao amor. Luta com todas as suas forças, mas a timidez prejudica-o sempre. Quando ele pensa que o caminho está traçado e que o pulo final será dado com segurança, descobre com o ramo de flores na mão que o seu lugar já foi preenchido. E não se julgue que as donzelas o renegavam… pura e simplesmente não queriam perder mais tempo que o necessário. E tantas vezes ficou ele com as flores murchas na mão.
Esse homem tem amigos que o incentivam, que lhe explicam e ensinam as melhores tácticas de ataque. Mas a timidez faz com que falhe. Ou pior, que nem tente.
Passado uns tempos e num repente, o homem tentou marcar o telefone de uma prostituta fina. Nessa tarde, vestiu-se o melhor que podia, perfurmou-se e tocou à porta da gentil e prestável rapariga. Já no sofá, sentou-se para assistir a um glorificante strip. Com vara e tudo. Alguns minutos passaram até que a rapariga o começou a tocar. Aí ele não aguentou, deixou o dinheiro na mesinha ao lado do sofá e sumiu do apartamento. Infelizmente, o dinheiro estava dentro da carteira e com todos os seus documentos.
A rapariga, perfeita de corpo e cara, com um cérebro a condizer, ficou admirada. E embirrenta.
Nunca nenhum homem lhe tinha fujido e este não seria o único.
Agarrou no cartão pessoal e telefonou. Ele atendeu e ficaram a falar horas.
O casamento deu-se num dia de Abril com muita chuva.

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