luta

X ouviu o rugido. Vestiu a armadura e atirou-se como o mais valente dos homens. Estava mesmo no centro da besta que desferia golpes com uma força incrível. Levantava-o, fazia voar e rodopiar, o barulho era ensurdecedor. Mas X batalhava, tinha que pôr fim à besta. Tentava travá-la, mas ela continuava na sua fúria, galgando quilómetros e deixando um enorme rasto de destruição. X estava cada vez mais cansado mas continuava a abrir os braços, a tentar travá-la.
O barulho era cada vez maior e a besta cada vez lhe atirava com mais coisas, detritos, árvores, tudo. Golpes atrás de golpes. A armadura de X estava lentamente a desintegrar-se e, num repente, tudo parou. X, caído no chão, deixou que o cansaço se apoderasse dele durante um bocado e deixou-se embalar pelo sono profundo.
Quando acordou olhou em volta. Parecia o fim do mundo. Mas tinha a certeza de ter morto a besta.

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